terça-feira, 24 de maio de 2016

As Setes Lágrimas de um Preto Velho

Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, fumando o seu cachimbo um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e não sei por que as contei... Foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me interroguei-o:

Fala meu Preto Velho, diz ao teu filho porque externas assim tão visível dor?
E ele suavemente respondeu:

- Estás vendo esta multidão que entra e sai?
As lágrimas contadas estão distribuídas a cada uma delas.

Primeira, eu dei a estes indiferentes que aqui vem em busca de distração, Para saírem ironizado aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber;

A segunda,  a esses  eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que façam os alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam;

A Terceira distribui as meus aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar ao semelhante;

A quarta, aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão;

A Quinta, chega suave, tem o sorriso, o elogio da flor dos lábios, mais  se olharem bem meu semblantes verão escrito: creio na Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambê, mas somente se resolverem a  meu caso ou me curarem disto ou daquilo;

A Sexta, eu dei aos fúteis, que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchego, conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente;

A Sétima, filho, nota como foi grande e como deslizou pesada?


Foi a ultima lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Fiz doação dessa aos médiuns vaidosos(as), que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrina. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual. Assim, filho meu, foi para esses todos, que vistes cair, uma a uma.

PARA SERMOS ZELADORES TEMOS QUE SER PREPARADOS.

Infelizmente nos dias atuais, mais e mais pessoas que se autodenominam zeladores e zeladoras de Orixá, abundam o cenário da maravilhosa religião que tanto amamos. Acontece que vão em busca de ‘conhecimentos “(?) em livros que prometem ensinar jogo de búzios, e até mesmo fundamentos secretos de nossa religião, e assim saem por aí enganando as pessoas, se dizendo preparados nessa ou naquela casa, e muitas vezes apenas ouviram citar os nomes de zeladores conceituados, e assim terminam por macular o nome de nossos antepassados e de nossa fé.

Acontece que nossos segredos não são ensinados em livros, revistas e afins, mas são passados de pai para filho e somente os verdadeiramente iniciados recebem seus direitos sacerdotais e assim mesmo se tiverem o que chamamos de Balaio de Axé, ou seja: seu santo traz aquele cargo.

Para que possamos ser zeladores de santo, somos preparados em um período nunca inferior a sete anos, e durante esse tempo aprendemos todos os atos sagrados de nossa religião, sendo uma gota aqui e outra ali, pois nada é passado sem que a pessoa esteja no tempo certo para aprender.

Para que possamos jogar búzios, são feitos rituais muito sérios e esses somente são feitos na obrigação em que nós, rodantes, ou seja: que incorporamos nosso Orixá, recebemos nosso Deká, ou seja: Nossos Direitos Sacerdotais, e assim mesmo, ainda passamos anos e anos dando satisfação a nosso pai ou nossa mãe de santo de nossas atitudes para com os orixás.

Ninguém, ninguém mesmo, recebe seu jogo de búzios antes da hora, e jogar búzios não consiste apenas em decorar quedas e sairmos por aí apenas pra ganhar dinheiro.

Somos muito bem instruídos ao recebermos nosso Deká, pois jogo de búzios é um contato direto Ayê – Orúm, ou seja: Terra com Céu, numa linguagem mais clara, o jogo de búzios é a ponte de contato de nosso mundo com o mundo sagrado dos Orixás.

É importante que antes de adentrarmos em uma casa de santo, saibamos a procedência de seu zelador e que possamos obter o maior número possível de informações sobre ele e sua casa.

O que encontramos hoje em dia, são pessoas que, na melhor das hipóteses são recém iniciados nos mistérios dos Orixás, não tendo a mínima capacidade para exercer o sacerdócio, e em outros casos e nem por isso menos ou mais agravantes, pessoas que jamais passaram por nossos fundamentos, abundam os anúncios de jornais e outros meios a fim tão somente de ludibriar as pessoas de boa fé, que buscam ajuda para seus problemas.

Se por acaso alguma pessoa desconfiar da procedência de alguma casa, basta procurar uma das federações que existem na cidade e ali verificar se essa casa e esse sacerdote possuem licença para funcionamento.

O mesmo acontece com cartomantes e afins, pois que todos nós que praticamos qualquer tipo de ato pertinente a espiritualidade, somos obrigados a mantermos vínculo com alguma federação.

Não precisamos ter um terreiro aberto para que tenhamos a necessidade de um alvará de federação, basta termos até mesmo em nossa residência o habito ou algum cômodo para atender clientes, seja com incorporação, búzios, cartas, (tarô, baralhos: cigano, dos anjos ou outros), runas ou qualquer outro processo de atendimento que ali deve conter um alvará religioso, e se aquela pessoa se desloca de sua cidade ou estado, é obrigatório que leve sua carteira de identificação fornecida pela federação a qual é filiado, e, lá chegando procure a federação mais próxima para dar satisfação dos atos que ali irá praticar.

O mesmo devemos fazer quando uma pessoa se apresenta em nossa casa com título de sacerdote. Se desconfiarmos de alguma coisa, peçamos que nos apresente a carteira de identificação da federação de sua localidade, pois se ele é realmente um sacerdote, terá tal documento. Temos que entender que tais atitudes são para que possamos moralizar nossa religião e o bom nome de nossos antepassados.

Já presenciei casos em que pessoas se diziam oriundas de casas de zeladores conceituados e após algumas poucas conversas, provaram que tudo não passava de uma tentativa de enganar.

Acontece queridos, que nós zeladores temos como sabermos se uma pessoa realmente é oriunda da casa que se diz ser. Existem determinados segredos que somente sendo de um certo templo poderemos afirmar ou não, e aí é que está a grande diferença.

Por outro lado, as federações deveriam se preocupar mais em investigar cada casa, saber da procedência daquele zelador ou zeladora e assim, caso seja provado a sua incompatibilidade com o sacerdócio, que sua casa seja fechada em prol do bom nome de nossa fé.

O que acontece nos dias de hoje é que muitas pessoas andam enganando, mentindo, tão somente para explorar as pessoas em seus momentos de dor e sofrimento. Jamais uma federação proibirá um zelador de cobrar seu chão, o que as federações orientam é com relação à exploração da boa fé das pessoas.

Moralizar nossa religião é preciso, pois o que vemos hoje em dia são pessoas se auto intitulando isso ou aquilo, promovendo verdadeiras anarquias e enlameando o nome de uma religião muito mais antiga que o cristianismo, que é o culto aos Orixás.
Uma forma de Oyá que requer muito cuidado ao se lidar com ela. Nessa qualidade, Yansã, governa de forma essencial, os eguns, ou, os espíritos dos mortos. Como matriarcas de egum, essas Oyás são mais agressivas que as demais, e sempre se apresentam prontas para a guerra.

Seus rituais em nada lembram os dos demais Orixás, uma vez que até mesmo para solicitar que ela deixe a matéria, ou seja: “ir ao ló”, é feito de forma diferenciada, uma vez que os demais Orixás são suspensos dentro do barracão, e essa Yabá é suspensa no tempo.

Como toda Yansã, ela é altamente sensual, muito embora guerreira destemida é comum vermos essa divindade se apresentar dançando para os mortos. Na concepção yorubana, a morte nunca foi o ponto final de nada, ao contrário, eles acreditam piamente na reencarnação, creem que as pessoas voltam a se encarnarem na mesma família, que o espírito volta a terra na pessoa de seus descendentes.

Nessa fase em que são eguns, são guardados por Oyá Gbale. Nas crendices africanas, temos vários momentos em nossa vida e também depois de nossa morte. Acreditam os africanos que ao desencarnarmos, nosso espírito se desliga do corpo e prontamente é recolhido por uma qualidade de Oxossi que o entrega a Obaluayê e esse por sua vez, entrega o espírito a Oyá Gbale para que ela o guarde enquanto espera o julgamento que será feito no Orúm, Céu.

Ao chegar o dia do julgamento daquela alma, Xangô Agodô abre as portas do Orúm para que ele possa entrar, então, Logum Edé, sincretizado com São Miguel, pesa em sua balança todos os atos daquela pessoa em vida e Yansã se encarrega de o levar para seu local determinado pela justiça Divina.

Oyá Gbale, é também conhecida como Oyá Mensan Orúm, ou seja: a mãe dos nove céus ou dos nove planetas. Recebeu parte dos poderes de Omulú o grande senhor conhecedor de todos os mistérios da morte e consequentemente dos eguns.

Segundo as lendas africanas, ela recebeu esse poder após socorrer Omulú que estava passando por uma dificuldade muito grande. Omulú carregava então os ancestrais, eguns, sozinho e a partir dessa data, Yansã do Balé, passou a dividir com ele essa missão, que somente lhe foi entregue com a permissão de Olodumarê, Senhor Supremo do Destino, ou seja, um dos nomes de Deus para os africanos.

Seus assentamentos podem ser feitos com todos os utensílios de barro, mas, existem também aqueles zeladores que a assentam em louça branca, o que de forma alguma está errada.

Carrega chifres de búfalo, Irukerê, espécie de chicote feito com rabo de cavalo ou boi, símbolo de realeza na África e que ela utiliza para guiar os eguns. Também compõe seu fetiche, a espada, o escudo, e demais fetiches que a lembram como guerreira.

Foi casada com Ogum e depois com Xangô. Com seu Eroexim, ou Irukerê, ela separa os vivos dos mortos. Senhora absoluta dos ancestrais tem sua morada nos bambuzais, mas especialmente nos cemitérios.

É uma Orixá muito amada, festejada e temida dentro do candomblé, porque alem de todos esses atributos, é ela quem divide com Xangô o mistério de carregar o fogo na boca.

Come acarajé, cabra, frutas, e demais comidas. Suas vestimentas são brancas, simbolizando a detenção do poder dos segredos de egum. Na África, branco representa luto.

Seu dia de culto é a Quarta Feira, dia que podemos entregar-lhe presentes solicitando que interceda por nós.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

RUY TUBAJARA....BRUXO CIGANO...IDOLATRA LUICFER E AS FORÇAS DA NATUREZA...SUA FORÇA E TRABALHO ESTA NOS CRISTAIS COMO TODO BOM BRUXO...NO BRONZE COMO TODO CIGANO E NA FORÇA DE UM LUCIFERIANO.MAIS UM ADENDO DA CASA ROSA NEGRA.

AUGUSTO HUBEL FILHO DE LUICFER.....ADEPTO CASA ROSA NEGRA...SENHOR DE ALTA MAGIA....FILHO DE OGUN MEGE E YEMANJA...AFILHADO PROTEGIDO DE ASMODEOS E ROSA CAVEIRA....

segunda-feira, 8 de abril de 2013

FILHA DE LUCIFER BRUXA DE HECATE



SOU FILHA DE LUCIFER E SACERDOTIZA DE ALTA MAGIA HA ALGUNS ANOS E SEMPRE ME SURPREENDO COM O DESRESPEITO DE ALGUMAS PESSOAS DIANTE DE NOSSA CRENÇA.A CASA ROSA NEGRA É UMA INSTITUIÇAO SATANICA LUCIFERANISTA QUE BUSCA AUXILIAR NO ENTENDIMENTO DE NOSSA CULTURA.A CASA  FOI FUNDADA EM PORTUGAL NA CIDADE DE AVEIRO E TEM COMO UNICA PRESIDENTE A SACERDOTIZA ACIMA  DESCRITA.....
CONTATOS PELOS EMAILS...sacerdotizahecate@gmail.com       rosacaveiraeasmodeo@gmail.com

FILHA DE LUCIFER BRUXA DE HECATE



SOU FILHA DE LUCIFER E SACERDOTIZA DE ALTA MAGIA HA ALGUNS ANOS E SEMPRE ME SURPREENDO COM O DESRESPEITO DE ALGUMAS PESSOAS DIANTE DE NOSSA CRENÇA.A CASA ROSA NEGRA É UMA INSTITUIÇAO SATANICA LUCIFERANISTA QUE BUSCA AUXILIAR NO ENTENDIMENTO DE NOSSA CULTURA.A CASA  FOI FUNDADA EM PORTUGAL NA CIDADE DE AVEIRO E TEM COMO UNICA PRESIDENTE A SACERDOTIZA ACIMA  DESCRITA.....
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